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Fiat Uno 2013

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Fiat Uno Sporting 2013Não parece, mas o Uno chegou no terceiro ano de Brasil. Seu sucesso estrondoso vem de atender bem às necessidades brasileiras para o segmento dos populares, mas também pelas diferenciações que lhe marcaram. Afinal, além do desenho que parece não envelhecer nunca, a Fiat apostou com êxito na personalização – é possível adequá-lo aos mais diversos perfis de cliente. Isso explica a chegada da linha 2013 apenas com leves aperfeiçoamentos.

Por se tratar de um projeto todo novo e ainda recente, não foram necessárias atualizações de estilo. O que a Fiat fez foi uma mudança de estratégia para continuar agradando ao consumidor: até então ele oferecia um enorme leque de versões, que entre motores e carroceria compunham doze opções. Já o momento de agora motivou a Fiat a eliminar as que não vendiam tanto, e também usou a oportunidade para continuar a atender as novas obrigatoriedades de itens de segurança. São medidas que melhoram o custo/benefício do modelo, e lhe dão potencial ainda maior de continuar a ameaçar a liderança de vendas do arquirrival Gol.

Fiat Uno 2013Todas as versões que usam calotas tiveram o desenho delas trocado. Além disso, mudou a cor do console superior do painel e das saídas de ar, formando uma combinação de cores diferente para cada versão. A alavanca do câmbio ganhou novo pomo, e os bancos dianteiros receberam encosto com regulagem de altura de série. Saindo das mudanças menores, a básica Vivace (R$ 24.060) dá um salto quanto à aparência ao incorporar parachoques na cor do veículo de série, e tanto ela como a Economy (R$ 26.460) ganharam novos tecidos para os bancos. A carroceria quatro-portas soma cerca de R$ 1.700 para as duas.

Falando nas versões de topo, Way 1.4 (R$ 31.870; R$ 26.890 com 1.0) e Sporting (R$ 33.340) incorporaram de série o kit HSD, composto por airbag duplo e freios ABS com EBD, e limpador do vidro traseiro com acionamento automático à ré. Saindo da lista de série, o Uno aproveitou para inchar a lista de opcionais. Todas as versões agora podem vir com computador de bordo, volante bi-textura, kit de parafustos antifurto para as rodas, e ainda novos temas para a faixa Insert Molding do painel e para os itens de decoração externa. Por outro lado, saem de linha as opções duas-portas para Way e Sporting e toda a versão Attractive.

Fiat 500 2013

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Fiat 500 CultOutro Fiat importado do México, o último aumento de preços com certeza colocaria um fim nas excelentes vendas do hatch. Então eles voltaram atrás e fizeram uma redução: ainda deixou o Cinquecento mais caro que antes de tudo, mas com um incremento final mais aceitável. As mudanças se baseiam em porcentagens, resultando nos seguintes descontos: Cult R$ 1620; Cult Dualogic R$ 1810; Sport Air R$ 2450; Sport Air automática R$ 2670; Lounge Air R$ 2800.

Fiat Grand Siena

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Fiat Grand Siena EssenceLançado em 1997, o Siena chegava muito mais moderno e estiloso que os antecessores Premio e Oggi, mas esbarrava em detalhes de desenho. Logo em 2000, porém, o toque mágico de Giorgetto Giugiaro se encarregou de fazê-lo cair no gosto de todos. O face-lift de 2004 lhe deu mais requinte, e em 2008 ele chegou a esboçar um distanciamento do Palio. E hoje em dia chegou à melhor safra já vista. Melhorou em tantos sentidos que nem o nome deixou de evoluir.

Projetado em conjunto entre as Fiats italiana e brasileira, ele não podia ter alcançado melhor a meta de ficar mais requintado que o hatchback. Ele usou uma receita parecida à do médio Linea, de aproveitar interior e partes não-visíveis, e por fora apenas as portas dianteiras. Isso garante liberdade bem maior para o estilo do sedã, que passa longe de parecer apenas um Palio com porta-malas inchado. O Grand Siena não deixa de lembrar o modelo do qual surgiu, mas é fácil de perceber que ele trocou o ar jovial do compacto para se inspirar na sensação de requinte que exala o sedã maior. Esse salto no design é um trunfo e tanto ante rivais menos favorecidos nesse aspecto, como Chevrolet Cobalt, Nissan Versa e Renault Logan.

Fiat Grand SienaÉ interessante notar como o sedã parte de certos detalhes do Palio mas os converte em favor do seu estilo mais sóbrio. Os vincos da lateral deixam de simular a entrada de ar do Sporting para formar conexão com os detalhes da dianteira. E por dentro, se a cabine precisava ser a mesma, as saídas de ar centrais ficaram quadradas para tirar o ar jovial. O carro cresceu em todas as dimensões, em que ganha destaque o entre-eixos 14 cm maior: isso se traduz em espaço interno muito melhor que o da geração anterior. Além disso, os bancos ganharam novos revestimentos, que podem combinar com vários detalhes da cabine para dar ar mais requintado. É o caso das saídas de ar, comandos do console central e até a faixa colorida que recebe o acabamento Insert Molding.

O porta-malas cresceu para 520 litros, mas é sua lista de equipamentos que ficou muito mais generosa. A versão Attractive (R$ 38.710) já traz de série airbag duplo, computador de bordo, direção hidráulica, farois de neblina, freios com ABS e EBD, vidros dianteiros e travas elétricos e tampa traseira com abertura pelo logotipo. A Tetrafuel (R$ 48.290) adiciona ar-condicionado e uma tela que mostra em barras digitais o nível do combustível líquido (a mistura de álcool, gasolina, e nafta que se tiver no momento) em uma, e o de GNV na outra. Elas trazem o 1.4 Fire, de 88 cv e torque de 12,5 kgfm, em que o da Tetrafuel ainda rende 75 cv e 10,7 kgfm, ao usar GNV.

Já a Essence (R$ 43.470) agrega ar-condicionado, rodas de liga leve aro 16”, detalhes cromados por dentro e por fora e outras opções de cor para os acessórios da cabine, entre outros. Além do próprio câmbio automatizado, a Essence Dualogic (R$ 45.900) traz volante multifuncional revestido em couro e com borboletas para as trocas de marcha. Estas vêm com o 1.6 16v e.TorQ de 117 cv e torque de 16,8 kgfm. Como opcionais ainda existem itens como sistema de som multimídia com Bluetooth, sensores de chuva, estacionamento e crepuscular e sidebags dianteiros. Ele também conta com a linha de acessórios e adesivos oferecida para o Palio.

Chevrolet Corsa e Meriva Maxx 2012

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CorsaNão é qualquer marca que teve altos e baixos como os da Chevrolet brasileira. A mina de ouro começou em 1960, com ícones como Chevette e Opala, sucessos que atravessaram décadas e só foram dar lugar à famosa linha de 1990 da marca, época em que ela trouxe o melhor da linha Opel alemã. Os anos 2000 foram de vacas magras, porém, mas a marca está se esforçando em retomar os tempos áureos. Está em plena transição, e as expectativas são das melhores.

Junto com Omega, Vectra, Kadett e Astra, o primeiro Corsa inovou no segmento de base em 1994 com um sucesso tão grande que provocou filas e ágio. A filial brasileira lhe deu três variações caprichadas (sedã, picape e perua), e todas tiveram relativo sucesso sem nem precisar de face-lifts pesados. Mas os anos 2000 requeriam um novo golpe de mestre da marca. Ela pegou o último Corsa europeu e lhe deu uma frente mais brasileira para trazê-lo aqui em 2002 como hatch e sedã, este de novo obra daqui. Moderno, bonito e mais sofisticado, teria tudo para continuar o sucesso se não fosse por uma estratégia ruim.

Chevrolet Corsa e MerivaAinda que muita gente reclame também dos opcionais presos a kits enormes, a âncora do sucesso do “Corsa C” foi a oferta de motores, de início 1.0 e 1.8. Afinal, o motor maior era tão vigoroso quanto gastador e caro, enquanto o 1.0 já se mostrava insuficiente para um modelo que havia ficado bem maior e mais pesado que o anterior. Só depois de alguns anos que a Chevrolet lhe ofereceu o motor 1.4, que já tinham em linha por todo esse tempo, para concluir que esse sim era o conjunto ideal. Mas o modelo já tinha perdido o impulso inicial, e infelizmente nunca saiu das vendagens medianas. Prova disso é que sua aparição comedida nunca justificou mudanças visuais -  apenas atualizações pontuais em dez anos.

Já a Meriva teve sorte bem melhor. Surgiu pouco depois do hatch que lhe emprestou a plataforma, e teve até o orgulho de ser lançada aqui alguns meses antes que na Europa. Surpreendia por não compartilhar partes visíveis com o Corsa tanto por fora como na cabine, denotando qualidade de projeto. Somando a tudo isso o eficiente sistema FlexSpace de modulação dos bancos, pode-se explicar porque ela formou com a Zafira uma dupla de sucesso. Sucesso este que só esfriou ao longo dos anos porque elas viram a concorrência se aperfeiçoar cada vez mais, mas não receberam um singelo face-lift de meia-vida.

E agora o último ano chegou para os três. Quem sofreu o primeiro golpe foi o sedã, cuja produção parou já no final do ano passado. Corsa hatch deixa de ser fabricado em março e Meriva em maio, então somente estes últimos ainda precisam atender as novas leis do país, de ter 30% da produção equipada com mais itens de segurança. Ou seja, as versões Maxx 1.4 Econo.Flex de ambos ganham agora airbag duplo e freios ABS, de série na Meriva e num pacote opcional para o Corsa, junto com ar-condicionado por R$ 3 mil.

Derivados do Corsa europeu de terceira geração, enquanto a Opel fez um “Corsa 4”, o Brasil fez cada substituto de uma forma diferente. O sedã recebeu o Cobalt, projeto que usa a base do tal Corsa de última geração, mas o hatch não teve sorte: será sucedido pelo Agile, que como se não bastasse o desenho desastroso que recebeu, usa a base do modelo anterior, o Corsa 2. Já a Meriva será trocada junto com a Zafira por um só modelo, de versões de cinco e sete lugares. Será um projeto de baixo custo, mas esperemos que apresente qualidade suficiente para ocupar com dignidade a lacuna que vai provocar.

Chevrolet Agile Wi-fi

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Agile Wi-fiFinalmente fizeram o tão desejado face-lift no Agile? Não, infelizmente ainda não foi dessa vez que o compacto vai poder usar o desenho como atrativo de peso. Entretanto, a ótima notícia é que por mais desarmônicas que sejam as suas linhas, o compacto da Chevrolet passa a oferecer uma interessante série especial. Limitada a mil unidades, o modelo vai agradar em cheio ao público jovem, principalmente, porque passa a oferecer internet sem fio ilimitada.

Chevrolet Agile Wi-fiEsta série é fruto de uma parceria com a operadora TIM, que se encarrega da parte da internet. Alguns dias depois da compra do carro o cliente receberá um kit com o roteador, carregador veicular e as instruções de uso, e então terá ao próprio carro como modem wi-fi. Isso possibilita o acesso à internet por laptops, tablets e smartphones dentro do carro ou a curtas distâncias dele, e obviamente permite todos os usos da internet, com a vantagem de não precisar sair do carro. Pena que isso com certeza vai aumentar a propensão dos motoristas a tirar a atenção da rua para tarefas como checar seu Twitter.

O serviço é ilimitado, e pelo primeiro ano será gratuito. Por fora, a única diferença que o modelo traz é a adoção do discretíssimo logotipo de wi-fi em sua coluna traseira. A série só pode vir com a versão LTZ, e sai por R$ 43.635; seu preço está na média do segmento e ainda o ajuda a oferecer ótimo custo/benefício, pois tal versão traz ar-condicionado, direção hidráulica, alarme, vidros e travas elétricos, sistema de som multimídia e rodas de liga leve aro 15”, e sempre vindo com o motor 1.4 Econo.flex de até 102 cv.

Fiat Palio

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Fiat Palio EssenceEle surgiu em 1996 estiloso, moderno e trazendo recursos inéditos na categoria. Em 2000 já celebrava que toda a família que fez caiu no gosto do público. No ano de 2004 ficou mais elegante, com luxos dignos de modelos bem mais caros. Em 2008 ganhou adereços ressaltando a esportividade. E na linha 2012 ele só conserva o nome. Ficou mais espaçoso, mais seguro, mais bonito, mais potente e mais luxuoso. O sucesso de vendas da Fiat brasileira chega à sua melhor safra.

O desenho do Palio nunca se restringiu a manter tradições visuais entre suas próprias gerações: ele sempre ficou foi alinhado com os conceitos da Fiat mundial de cada época. Ou seja, olhando-o de qualquer ângulo é possível lembrar de seus “parentes”. Na dianteira temos grandes farois cravejados numa área que harmoniza capô, paralamas e parachoque em uma só superfície, recurso típico do Punto. Sua aparência alta e curta e a grande tomada de ar remetem ao Uno, enquanto a cereja deste bolo são os frisos cromados ladeando o logotipo da marca, no melhor estilo Cinquecento.

Fiat PalioAs laterais trouxeram um ar discreto, com vincos suaves que dão ideia de fluidez, além da imponência da linha de cintura alta. E tal fluidez consegue uma conotação mais esportiva na versão de topo, mas esta merece todo um espaço à parte. Já a traseira ostenta vistosas lanternas de formato misto: a posição elevada é marca do Punto desde sua primeira geração, enquanto sua base em formato de canhão traz o Bravo à mente. E a parte inferior da traseira volta a lembrar o Uno, com o parachoque volumoso e com uma parte emborrachada para maior proteção.

Espaço apertado, saídas de ar muito baixas e painel antigo? A nova plataforma do Palio responde com entre-eixos maior e uma cabine também inteiramente refeita. Os bancos agora vêm com revestimentos em desenhos variados, e oferecem vista para um bonito volante de três raios, a um quadro de instrumentos amplo e moderno, e a um console central com uma faixa em cor diferente, saídas de ar maiores e a excelente ideia de até 17 porta-objetos, como o que fica sobre os difusores centrais. Já se pode perceber o quão redundante fica afirmar que ele ficou mais equipado que o antecessor.

O modelo oferece as versões Attractive, Essence e Sporting, sempre com quatro portas. A primeira pode vir com 1.0 e trazendo farois biparábola, rodas aro 14”, computador de bordo, duplo porta-luvas, conta-giros e detalhes externos na cor do veículo, ou com 1.4 e adicionando a isso farois de neblina e abertura do porta-malas pelo logotipo da tampa. Já a Essence só traz o 1.6 16v e agrada ao vir com ar-condicionado, painel em cores exclusivas, rodas de 15”, vidros dianteiros e travas elétricos, e acessórios como detalhes cromados no interior.

A lista de opcionais enche os olhos ao oferecer itens como airbags frontais e laterais, freios com ABS e EBD, volante multifuncional e sistema de som multimídia com Bluetooth. Fora o grande destaque da extensa linha de acessórios, ideia herdada do Uno e do 500 que contempla dezenas de adesivos de diversos temas para exterior e cabine, adereços aerodinâmicos e visuais. Assim como o Sporting, o Essence ainda pode vir com o câmbio Dualogic, e agora isso significa que ele também pode ter até borboletas de troca de marcha. Com tantas mudanças, sabe onde o Palio veio homenagear o antecessor? Nos preços, que não aumentaram de um para o outro.

 
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