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Mercedes-Benz C180 Sport

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Clique aqui para ver em alta resoluçãoQuem diria que até o mercado de carros de luxo no Brasil daria vendas boas a ponto de os fabricantes mudarem suas estratégias devido à concorrência que se formou? O Salão do Automóvel em São Paulo é a mais recente exposição desses novos tempos, também com cada vez mais anúncios de chegadas de modelos que até pouco tempo atrás eram inimagináveis no país. A novidade da Mercedes-Benz de agora foca exclusivamente em um público que surgiu há pouco tempo, mas já ganhou enorme importância.

Quem viveu os anos 1980 no Brasil lembra das frustrações decorrentes de conhecer todas as maravilhas vendidas nos outros países impedidas de aparecer aqui por causa do bloqueio às importações, que então já passava dos vinte anos. Porém, os anos 1990 viram apenas a reversão de uma parte dessa questão. Adquirir produtos do estrangeiro voltava a se tornar possível em praticamente todos os setores de produtos e isso trouxe incontáveis benefícios à população. Mas quando se tratava dos carros, a alegria na hora de comprar um zero-quilômetro italiano, japonês ou norte-americano se transformava na dor de cabeça de anos depois: considerando que algumas dessas novatas simplesmente fecharam as portas no país sem dar muitas satisfações, era muito difícil ver uma que oferecesse assistência técnica oficial estável e acessível. Isso era um agravante ainda maior para os fabricantes de luxo porque trazer seus modelos mais caros dava uma excelente impressão inicial que não se correspondia em nada com o que se via mais tarde. Já naquela época era tão caro e difícil manter um Alfa Romeo ou um BMW que até hoje os modelos desses tempos são malvistos no mercado de usados. Porém, o passar dos anos viu o mercado brasileiro ganhar tanta importância que voltou a atrair a atenção desses fabricantes.

Mercedes-Benz C180 TurboA clientela dos anos 2000 continuava disposta a adquirir produtos de qualidade e nível reconhecidos, mas já não estava entorpecida pelo furor de novidade da década anterior. Vender bem agora requeria esclarecer que os produtos seriam um bom negócio desde a hora da compra até a revenda. Marcas como Acura e Lexus só vieram a ganhar disposição para tentar a sorte no Brasil há pouco tempo, mas as do nível de Audi, BMW e Mercedes-Benz sempre aproveitaram o prestígio que sempre tiveram. O pulo-do-gato se fez ao investir mais na base da gama, mas da forma “correta”. Isso vem do fato de que a primeira tentativa de oferecer preços menores surgiu com carros como BMW Série 3 Compact e Mercedes-Benz Classe A, este até fabricado no Brasil. Seu preço era mesmo um tanto menor que o das linhas mais famosas, mas eles também careciam do status trazido por aquelas, e ainda não eram exatamente uma pechincha – só a estrela de três pontas não era suficiente para levar um Classe A de primeira geração, com design mais feio e espaço menor que o de um concorrente de marca comum com tamanho similar mas preço bem mais convidativo. Essa atitude do público é compreensível porque os produtos de luxo são apreciados pelo patamar superior que oferecem em vários aspectos, mas também pelo prazer da imagem distinta que dão aos compradores.

Mercedes-Benz Classe C TouringCom isso, a tal “forma correta” de se vender carros de luxo no Brasil está se mostrando investir em trazer os mesmos carros que fazem sucesso no exterior, dar importância às opções mais baratas para ganhar quantidade de clientes, mas agora também sabendo em que se mexe para conseguir tudo isso. Explicar isso se torna muito fácil citando exemplos, e não por acaso um dos melhores é o modelo que figura neste artigo. A Classe C sempre foi um dos Mercedes-Benz de maior sucesso no mundo, e isso se traduz em grande prestígio. Mas grande parte desse frisson que causam vem do tão aclamado nível de qualidade da marca, que se traduz em construção refinada, estilo irresistível e pacote de itens de nível superior, basicamente. Então, uma vez que se tem a necessidade de reduzir os preços mas a obrigação de manter estes aspectos, a estratégia precisou seguir outro caminho. Assim como as compatriotas, a Mercedes-Benz aproveitou os recentes avanços de tecnologia para não só reduzir custos de produção como melhorar o desempenho dos carros. Agora se consegue o mesmo desempenho de dez anos atrás com motores de metade do tamanho e menos da metade do consumo, vantagem esta que também vem da redução de peso. Todo esse aumento da eficiência foi justamente o que conseguiu a tão desejada redução de preços.

Mercedes-Benz Classe C CoupéOs alemães chegaram a oferecer várias versões similares desde poucos anos atrás, como C250 e C200, mas focando no mesmo que a C180 Sport de agora. Seu motor é um 1.6 turbo com potência de 156 cv e torque de 25,4 kgfm, sempre usando o famoso câmbio automático 7G-Tronic Plus de sete marchas e dupla embreagem, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 8s5 e velocidade máxima de 223 km/h, fora o ótimo consumo conseguido também pelos baixos 1.485 kg da versão sedã. Fora isso, o pacote de equipamentos continua a fascinar como em todo Classe C, cortando apenas os itens que fazem a distinção dos irmãos maiores Classe E e Classe S, excessivos para muita gente. Não se pode negar que muitos puristas torcem o nariz a esse conjunto por causa do costume com o luxo dos dois exemplos citados, mas por que ele tem tanta importância para a marca, então? Porque seduz a classe média-alta mais do que nunca. Esta é a classe social que já saiu do segmento de médios como Honda Civic e Toyota Corolla, e até então ficava com carros do nível de Ford Fusion e VW Passat. Os últimos anos trouxeram a interessante mudança de que finalmente ela também pode aceder ao tal nível de um Mercedes-Benz, sem precisar desembolsar um valor para ela impraticável, como o dos modelos oferecidos pela marca há dez anos. A marca oferece esse tão desejado salto de nível na versão sedã por R$ 139.900, Coupé por R$ 143.900 e perua Touring por R$ 149.900, todos com o pacote de acessórios AMG de série.

Mercedes-Benz C63 Coupé AMG Black Series

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Mercedes-Benz C63 AMG Black SeriesSe você buscar as notícias recentes das publicações especializadas vai encontrar vários alardes sobre o esgotamento do estoque deste modelo, mas nada confirmado oficialmente. Mas agora vemos que o tal C63 especial acaba de chegar ao Brasil, então é possível pensar que ainda existem algumas das 800 unidades que limitam a série esperando um afortunado dono… mas que agora também pode ser brasileiro. E o que faz este Classe C cupê motivar tanto furor e merecer os US$ 337.800 que custa? É o que este artigo dirá.

Para resumir em uma frase, basta usar o maior atrativo exposto pela marca: é o Classe C mais potente de todos os tempos. A Black Series é uma série especial feita a partir dos já diferenciados modelos AMG, que por sua vez são as famosas versões esportivas exclusivas dos Mercedes-Benz. Tal estirpe surgiu em 2006 com o SLK, e hoje em dia chega ao quarto modelo com o Classe C cupê. Seu desenho já começa ganhando pontos por trazer a dose certa de diferenciação em relação ao sedã e à perua Touring: de qualquer ângulo que se olhe ele lembra os modelos familiares e os outros carros da marca em geral. Mas qualquer olhar também percebe que ele tem algo de muito diferente: as duas portas denunciam um perfil de esportividade que combina muito bem com os acessórios extras do exterior. Aliás, esse é um mérito antigo da AMG: evoluir o estilo dos carros sem exagerar: as tomadas de ar são bem maiores, as rodas são de 19”, temos um vistoso aerofólio traseiro e difusores de ar, mas é interessante como tudo isso lhe cai muito bem, sem destoar do visual original.

Mercedes-Benz C63 AMG Black SeriesA cabine continua muito próxima do extremo do luxo, recheada de equipamentos mas apostando nas cores preto e prata feitas por materiais como couro e alumínio para dar o ar de esportividade. Mas depois que se consegue tirar os olhos das formas do carro é que vem seu principal destaque. O motor é um V8 6.3 melhorado para surpreender com seus 517 cv de potência e 63,2 kgfm de torque, força suficiente para levá-lo de 0 a 100 km/h em 4s2. Outra novidade ótima é que a velocidade máxima conseguiu se livrar em parte do clássico acordo das marcas alemãs com seu governo, e passar o limite eletrônico para 300 km/h. Tudo isso é comandado pelo câmbio Speedshift MCT, com sete marchas e borboletas de alumínio. Um detalhe interessante é que ele traz o AMG Performance Media, estreado no SLS Roadster: é um sistema que projeta no parabrisa do carro informações como tempo de volta e aceleração lateral, e ainda permite que o dono salve esses dados em um pen drive, para analisar no próprio computador o desempenho que seu carro teve na pista em que rodou, seja lá qual for. São detalhes como este que motivaram a marca a aumentar a tiragem inicial de 650 unidades para 800.

Sedãs de luxo - Categoria 1

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As diferenças de preço entre os carros permitem criar cada vez mais categorias entre os carros no Brasil. É interessante de ver que modelos de várias partes do mundo chegam aqui nas mais distintas faixas de preço, e portanto possíveis de se encaixar em subsegmentos muito diferentes dos que ocupam na terra natal. Os carros aqui enlistados formam um suposto sexto nível de sedãs à venda no país, e se pode dizer que estão acima dos que estão acima dos que chamamos de médios.


A4110004Audi A4: É um dos sucessos de venda da marca alemã. Seu desenho de vincos fortes e grande entrada de ar já denuncia que ele procura se diferenciar dando uma esportividade agressiva à típica sobriedade de linhas alemã. Fartura de itens é lei neste nível, então resta mencionar que ele se destaca pela opção do kit de acessórios Sport, cujo visual complementa a opção do moderno motor 2.0 FSI. Outro bom destaque é a oferta da estilosa versão station wagon, Avant.


BMW Série 3BMW Série 3: Este já é o carro-chefe da marca da Bavária. Sua boa fama aqui surgiu nos anos 1990, quando fascinava pelo desempenho, tecnologia embarcada e estilo. Se hoje em dia isso já não lhe dá o destaque de antes, ainda são atrativos de sobra nesta categoria. Fora o detalhe que o status de “ter um BMW” é sempre tentador, em especial aos clientes oriundos de categorias mais baratas. Mas vale a pena esperar, pois a nova geração chega aqui em breve.


Chevrolet Omega FittipaldiChevrolet Omega: Se em 1992 ele chegou quebrando recordes, detendo primazias e ganhando a adoração geral do país, suas gerações seguintes nunca mais tiveram tanto êxito. Também colabora o fato de ele ter virado mera versão dos Holden australianos, mas basta analisar o modelo atual por si só para ver que é uma excelente opção. Sua cabine não deve em nada aos rivais quanto ao luxo, e o V6 de 292 cv faz jus ao design do sedã aprovado por Emerson Fittipaldi.


Chrysler 300Chrysler 300: Ele é um dos raros casos de face-lift de qualidade. O projeto não mudou, mas retocar os traços na medida certa fez o carro parecer renovado sem que as partes novas destoassem das antigas. É com essa qualidade de projeto que a Chrysler se defende aqui, abusando do luxo e espaço da sua cabine projetada para atender o padrão americano de carro grande, mas com o moderno V6 Pentastar para conciliar ótimo desempenho com consumo comedido.


2008 Honda Accord EX-L V-6 SedanHonda Accord: Aqui o foco se faz na versão de topo. Mas é uma pena que o Accord seja um dos menos vendidos nesta categoria. Talvez pela geração já antiga ou pelos preços altos, mas deixando isso de lado se revela um legítimo sedã japonês, com linhas retas focando na sobriedade, mas com uma clara vocação secundária para o lado esportivo. Seu V6 gera 278 cv, e combina bem com o ar de requinte trazido pela cabine de cores escuras e fartura de itens.


2012 Hyundai AzeraHyundai Azera: Representa o meio-caminho na ampla gama de sedãs Hyundai vendida aqui. Se sua geração anterior logo fez sucesso por aliar motor V6 a cabine luxuosa e preço imbatível, a atual veio completamente renovada e mudou de foco. Azera agora é significado de uma “escultura fluida” mais elegante que o Sonata, com cabine maior, e motor mais forte mas que não prioriza números de esportivo. Ele prefere oferecer conforto e requinte aos donos, mas sai bem caro.


Kia CadenzaKia Cadenza: Trata-se da interpretação Kia para este segmento. Saem os exageros da Hyundai e entram em cena linhas elegante mas joviais, chamando atenção pelos vários detalhes em vez de carroceria esculpida demais. Temos poucas opções de cor, mas também motor V6, câmbio automático e cabine repleta de luxo. O principal mérito desse carro é ser um salto gigante em relação ao antecessor Opirus mas com mais que só repetir o estilo Kia.  Ele tem personalidade própria.


C-Klasse LimousineMercedes-Benz Classe C: Completa o trio de entrada dos alemães de luxo. A fama dos Mercedes não se faz pela esportividade ou tecnologia arrebatadoras, mas sim pela opulência de sua imagem. Pelo jeitão de limusine que sempre tiveram, e que a atual tendência de estilo reforça indiretamente, ao usar capô longo e de grade dianteira larga. A fase atual já não é última novidade, mas ele já caiu no gosto do brasileiro pelo preço muito interessante das versões de entrada.


Toyota CamryToyota Camry: Ele e o Accord são o degrau superior da eterna rivalidade entre Corolla e Civic. A geração atual se desdobrou em três leves variações de estilo para agradar melhor a cada mercado, e nós recebemos a mais conservadora – seus detalhes retos e cromados combinam melhor com seu porte e com o estilo de cliente desta faixa. Seu preço é elevado, mas existem motor V6 e pacote de itens completo. O problema é que existem rivais de mais renome pelo mesmo preço.


Volkswagen PassatVolkswagen Passat: A geração nova dá bom gosto ao estilo VW atual. O motor segue downsizing e o pacote de itens é muito bom. Mas se ele é alemão, por que não entrou no trio ali acima? Por melhor carro que seja quando visto sozinho, basta colocar os rivais ao lado e ele desaparece. Uns têm estilo mais atraente, outros mais baratos, e a maioria ataca no seu calcanhar-de-aquiles: é difícil pagar até R$ 160 mil num carro cuja marca é a mesma de Gol e Kombi.


Volvo S60Volvo S60: Nesse mar de sedãs luxuosos e de bons motores, ver um Volvo já dá a típica ideia de que seu destaque é a segurança. O lado bom é que seus projetos mais recentes passaram a também caprichar no design. E que design! O S60 é mais sedutor e chamativo até que os favoritos Kia e Hyundai. Tem tudo para agradar à faixa dos 30-35 anos com seu estilo de sedã-cupê e boas opções de cor. Sua linha é coroada com os 304 cv da versão T6 turbo.

Mercedes-Benz C63 AMG

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C63Pelo visto, a marca alemã quis terminar o ano com chave de ouro. Trouxe dois modelos ao país e anunciou um terceiro, todos da sua renomada divisão esportiva. O C63 é o mais pacato dos três, mas apenas por ser um sedã: seu visual re-estilizado com os adereços estéticos da AMG ficou indefectível. Condiz com seus intermináveis itens de série, e principalmente com o que carrega sob o capô: um V8 aspirado de 487 cv que leva de 0 a 100 km/h em 4s3. Custa US$ 226.500.

Mercedes-Benz C250 CGI Sport

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2011 Mercedes-Benz C300 4MATIC Sport SedanCada vez mais o Brasil vem recebendo o melhor que a Europa oferece, pelo menos em carros. A iniciativa de downsizing de C180 e C200 CGI acertou em cheio no que o brasileiro desejava em geral, que era comprar um modelo de renome como um Mercedes-Benz, mas sem fazer questão das versões de topo, com muito luxo mas preço restritivo demais. Os resultados estão bons a ponto de a marca trazer de uma vez o C250 e até o E250 CGI, este disponível um pouco mais tarde.

Mercedes-Benz C250 CGIPartindo de R$ 179.900, o C250 CGI traz a mesma tecnologia BlueEfficiency, com queima de combustível otimizada para menor consumo. Para este objetivo também foram aplicadas peças mais aerodinâmicas, como os retrovisores, e o mesmo motor do irmão menor, um 1.8 turbo que nos 250 desenvolve excelentes 204 cv e torque de 31,6 kgfm, suficientes para 0 a 100 em 7,4 segundos e máxima de 240 km/h.

O resto do carro é o alto nível digno de um Mercedes. Cabine que transpira requinte com decoração em dois tons e materiais de alta qualidade, dirigibilidade firme e uma lista de equipamentos generosa, com itens como seis airbags, ar-condicionado automático trizona e teto solar elétrico. E o pacote Sport ainda contempla rodas e conjunto ótico vindos das versões AMG.

 
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