Se a alta do IPI não conseguiu afastá-la do Brasil, pelo menos fez a JAC reforçar os planos de construir uma fábrica no país. Em comemoração a isso eles lançarão uma série limitada a míseras 15 unidades de J3 hatch e sedã, mantendo os preços dos modelos comuns. As mudanças são tão poucas que fazem pensar se isso não é só algo como um truque para limpar estoque: eles ganharam vidros peliculados, parte dos bancos em couro e o logotipo da série (foto). E nada mais.
JAC J3 Brasil
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JAC J3 Turin
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Marca chinesa quando chega aqui dificilmente fica muito tempo só com um modelo em linha. Afinal, elas precisam passar a ideia de que suas operações são estáveis, e se o cliente optar por um modelo deles não estará correndo riscos como o de a empresa quebrar e fechar as operações no país de repente. E como elas ainda não podem falar em tradições, procuram atacar com uma linha extensa já de cara. Talvez por isso que a JAC já lançou por aqui a versão sedã do seu pioneiro J3.
Seu desenho é mais agradável que o do hatch, porque a curvatura da traseira saliente lhe deu um ar mais equilibrado. A cabine é a mesma, com ares modernos e um painel de instrumentos estranho, mas seu porta-malas passa de 350 a 490 L. O motor é o mesmo 1.4 16v só a gasolina de 108 cv, que segundo a fábrica leva o Turin a 186 km/h.
E sim, o discurso de custo/benefício tipicamente chinês não poderia deixar de aparecer no pequeno sedã: ele traz ar-condicionado, airbag duplo, direção hidráulica, trio elétrico, rodas de liga leve aro 15” e sistema de som multimídia, pelos “R$ 39.900. E nada mais” que alardeia o site da marca, e com seis anos de garantia.

