Mostrando postagens com marcador Linea. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Linea. Mostrar todas as postagens

Fiat Linea Sublime

| 0 comentários

Fiat Linea SublimeSéries especiais são um dos vários coringas que as montadoras automotivas aplicam em suas estratégias de vendas. O principal apelo é o toque de distinção que trazem em relação às versões comuns, feito com itens como rodas e cores exclusivas, mas o conjunto se torna sempre irresistível porque tudo isso sempre tem a companhia de pacotes de itens a preços bem menores que os convencionais. Agora a Fiat aproveita a época de fim de ano para oficializar a chegada da primeira edição especial de seu sedã médio no Brasil.

Este toque de distinção mencionado é uma constante entre esses carros, mas é interessante observar que ele pode vir das mais diferentes razões. O Chevrolet Monza 650 dos anos 1990, por exemplo, comemorava a produção de 650 mil unidades do modelo no país. Já a VW fez o Gol “bolinha” homenagear as Olimpíadas de Atlanta e até uma vinda dos Rolling Stones. Por outro lado, a Renault e a própria Fiat fizeram séries especiais de Clio Sedan e Palio apenas porque haviam feito parceria respectivamente com O Boticário e MTV. Nem sempre é necessário apostar em motores novos, exagero na diferenciação visual ou outras ideias similares porque grande parte dos clientes dá mais atenção à melhoria de custo/benefício, na verdade. São pessoas que precisavam apenas de algo que lhes resolvesse a indecisão entre as opções da faixa de preço considerada, ao passo que os que têm a diferenciação como prioridade são minoria. Algumas semanas antes a Peugeot trouxe proposta parecida à deste Linea com seu 408 Limited, mas ali o foco foi aumentar a tecnologia embarcada. O caso da Fiat é um tanto mais amargo porque por mais que seu sedã médio tenha linhas muito bem-resolvidas e conjunto fácil de agradar, sua aceitação pelo público sempre se viu atrapalhada por ter origem no Punto.

Fiat Linea SublimeEnquanto ainda não se sabe se nosso modelo será sucedido pelo Viaggio ou apenas receberá o face-lift do equivalente turco, a série Sublime chega semanas depois da exposição no último Salão do Automóvel, começando em R$ 55.480. Sua base é a versão Essence, mas o maior destaque fica pelo exclusivo branco Kalahari, única opção da série. Vieram também as rodas diamantadas de 17” com parafusos antifurto e sensores de estacionamento traseiros, ao passo que a cabine surpreende com o bonito revestimento de couro Sabbia marrom para bancos, painel e portas. O modelo traz um pacote de itens que inclui apoia-braço central e saída de ar-condicionado adicional para o banco traseiro, mas de resto é o mesmo Linea de sempre, um sedã médio de dimensões um tanto menores que as dos líderes Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Cruze, mas com a vantagem de sua presença menos comum nas ruas preservar sua imagem sem se banalizar. Sem contar na exclusividade do acesso ao clube Fiat L’Unico, que dá uma extensa série de benefícios aos clientes. Com garantia de três anos, o Linea Sublime pode usar câmbio manual ou o recém-lançado automatizado Dualogic Plus, que faz seu preço passar a R$ 58.390 – o motor é sempre o 1.8 16v e.TorQ de até 132 cv.

Fiat Linea 2013

| 0 comentários

Fiat Linea 2013As projeções mais otimistas para o futuro do Linea brasileiro acabam de ganhar um balde de água fria. O modelo chega à linha 2013 com uma novidade em especial bem interessante, mas um conjunto que fica muito abaixo do que se especulava para ele neste ano. Ou seja, é uma pena que isso vai resultar em ele repetir os índices de venda regulares, longe de incomodar os líderes do segmento. Entretanto, a julgar pelo histórico de defasagens dos nossos últimos lançamentos, não é descabido esperar uma surpresa da Fiat em breve.

Embora a questão de baixas vendas do Linea vem sendo um incômodo há algum tempo, as especulações rondando o sedã começaram a aumentar devido a dois fatos: primeiro a Fiat começou a projetar um sedã para si partindo do tão aclamado Dodge Dart, que por sua vez usa uma plataforma italiana, estreada com um Alfa Romeo. Mas algum tempo depois a Fiat turca apresentou um face-lift no Linea, que aliás foi idealizado desde o início por lá. Este parecia ser um destino bem mais próximo da realidade brasileira, por se tratar de uma mudança barata e rápida de se implementar, e que permitiria ao carro continuar atual por mais alguns anos. O impasse começou porque quase à mesma época a Fiat chinesa mostrou o Viaggio, que é justamente o tal derivado do Dart que tanto se comentava. Então, como o mercado de sedãs médios há tempos é muito importante no Brasil, também seria possível pensar que a Fiat pudesse trazer o Viaggio em vez de remodelar o Linea. É levando tudo isso em conta é que se converge à tal surpresa mencionada no começo deste artigo.

Fiat Linea 2013O que se vê é que, mesmo com essas duas opções de sucessor, o nosso Linea ainda não seguiu nenhum desses caminhos. O face-lift turco apareceu antes do Viaggio e é muito mais fácil de se pôr em produção, então para que a Fiat não o tenha feito é possível imaginar que eles prefiram trazer o Viaggio de uma vez. Não se pode negar que esta expectativa carrega toda uma dose de otimismo, mas fato é que esse realmente seria o melhor caminho para a marca. O Linea derrapou desde o começo por ser derivado do Punto, carro que na Europa equivale ao Palio para nós. Então é realmente difícil esperar que ele compita em pé de igualdade com modelos do prestígio de Honda Civic e Toyota Corolla. Por outro lado, o Viaggio não só tem todo o apelo de ser um modelo todo novo como o fato de que é um legítimo médio, mesmo nos padrões do exterior. Ou seja, basta seguir a estratégia de inchar sua lista de itens de série e caprichar na campanha publicitária que ele não tem como fracassar. Tudo isso ainda se soma à questão do design: por mais caprichado que seja o Linea turco, colocar o Viaggio ao lado explica tudo.

Conjecturas à parte, o Linea que acabamos de receber começa sua lista de novidades com uma muito lamentável: a versão T-Jet deixa de existir, e isso só encontra justificativa se a ideia for focar a veia esportiva no Bravo. Isso reduz a linha do sedã às versões Essence e Absolute, que começam respectivamente em R$ 52.990 e R$ 63.140. O painel ganhou tela de LCD e quadro de instrumentos em branco, e a versão Essence ganhou o opcional das rodas de 16”, enquanto a Absolute incorpora os tapetes em carpete e parafusos antifurto. Porém, a novidade mais importante é que o Linea também adota o câmbio Dualogic Plus, estreado com a nova linha do Bravo. Ele apresenta uma série de melhorias tanto na operação como nas funções adicionadas – é o caso do “creeping”, que facilita as manobras de baliza. A Absolute vem com ele de série, enquanto a Essence pode trazê-lo partindo de R$ 55.780. Junto com ele vêm as borboletas atrás do volante, para a troca de marchas.

Sedãs médios

| 0 comentários

Simplesmente o segmento mais movimentado no Brasil. Não no sentido de maiores números de vendas, mas sim o que recebe mais atenção por parte dos fabricantes – já foi o ponto de partida de muitas marcas em nosso mercado. É a categoria que concilia doses de luxo e desempenho muito distantes dos populares com o preço ainda mais acessível que o dos carros muito maiores. Este artigo será atualizado sempre que ocorrerem novos lançamentos.


Chevrolet Cruze 2012Chevrolet Cruze: Seu sucesso nas vendas se deve ao passado e ao presente. Afinal, trata-se do herdeiro de Monza e Vectra, verdadeiros objetos de desejo em suas épocas. O Cruze ocupa este posto trocando a cópia aos Opel alemães pelo desenho feito na Coreia que caiu no gosto de muitos mercados. Estreou aqui o eficiente 1.8 16v Ecotec com câmbio de seis marchas nas duas opções. Seu preço é salgado, mas desde a versão básica a lista de itens é muito generosa.


Citroën C4 PallasCitroën C4 Pallas: Projeto chinês com base no original da França, seu desenho grande demais não merece um troféu de beleza – os chineses foram radicais a ponto de fazer outro sedã, menor e mais esportivo, e vendê-los lado a lado. A parte boa é que se tem um latifúndio tanto na cabine como no porta-malas campeão, mas seu estilo revolucionário no lançamento já denuncia a idade: a chegada do novo C4 hatch para o ano que vem acende o sinal amarelo para este grande sedã.


Fiat LineaFiat Linea: Não dá para entender o uso do Punto para fazer o sedã médio quando se tem o médio Bravo logo acima, mas seu desenho ganha méritos por divergir do hatch ao migrar à elegância sóbria. Sua farta lista de itens inclui bancos de couro e câmbio automatizado, e a versão T-Jet traz motor turbo. Seu futuro pode ser o face-lift turco ou o todo-novo Viaggio chinês, mas nem os donos do atual podem reclamar: aliado pelo L’Unico, seu pós-venda é um dos melhores do país.


Ford Focus SedanFord Focus: Para quem revolucionou o mercado com o estilo New Edge da primeira geração, a atual já parecia bem mais conservadora desde que chegou. Com a chegada da terceira em EUA e Europa, então… É preciso olhá-lo com estas ressalvas para que se torne interessante. Colaboram para isso a boa lista de itens e o projeto de qualidade exemplar, com motores modernos e eficientes. Fora que suas vendas médias evitaram que sua imagem se banalizasse nas ruas.


Honda CivicHonda Civic: Fez tanto sucesso como importado nos anos 1990 que mereceu produção brasileira. E desde então virou um dos ícones entre os sedãs médios, porque não demorou a ganhar a imagem de carro “superior”. Acabou de receber nova geração, mas se pode considerar uma evolução da anterior. Ou seja, temos uma dose de elegância aplicada àquele desenho esportivo cativante, mas com mais itens de conforto e tecnologia, motor eficiente e até modo econômico.


Hyundai ElantraHyundai Elantra: Este nome ainda é muito associado àquele sedã desengonçado que tentou cair no nosso gosto na fase dos importados de 1990. A Hyundai agora se redime trazendo a nova geração com inúmeras melhorias. O desenho é a sedução do Sonata em escala menor, mesmo caso da farta dose de itens e parte mecânica moderna e eficiente. Ou seja, é o sedã médio que se compra para chamar atenção. Pena que ele também herdou os preços excessivos.


Mitsubishi LancerMitsubishi Lancer: Sua cabine esportiva combina preto com alumínio e pode ter bancos de couro e nove airbags. O porta-malas de 413 litros leva a bagagem de cinco. Quem empurra tudo isso é o 2.0 16v de 160 cv com opção de câmbio CVT. A garantia é de três anos e a marca tem a tradição de quem monta aqui Pajero e L200. Os preços estão na média dos rivais, e isso deve melhorar quando tiver produção nacional. É um belo complemento para todo esse design, não?


Peugeot 408Peugeot 408: Primeira atração neste sedã é o estilo: linhas elegantes e fluidas que chamam atenção por onde ele passa. Partir do 308 explica o interior espaçoso, arejado pela ampla área envidraçada e adornado pelos diversos itens de segurança, conforto e tecnologia. O motor 2.0 16v flex é forte e tem opção de câmbio automático. Mas ele sabe que seu visual merece mais, e isso vem na Griffe THP: o conjunto motor-câmbio que ela traz beira o indefectível.


Renault FluenceRenault Fluence: Fluidez na dianteira que passa às laterais imponentes e termina na provável traseira mais estilosa da categoria. É a opção três-volumes da família Mégane que não veio para cá na geração atual. Ele também usa um 2.0 16v, mas se vale do câmbio automático Nissan para a ótima dirigibilidade. Seus preços são altos, mas isso se compensa com a lista de itens. É o oásis de classe numa linha Renault cuja base hoje prefere copiar os desengonçados da Dacia.


Toyota Corolla: Eterno arquirrival do Civic, o Corolla vem seguindo um estilo mais conservador. Faz com o Focus a dupla dos veteranos desta categoria, o que não é um destaque positivo. Ele já trocou de versões, ganhou 2.0 16v e face-lift, mas uma nova geração já se faz necessária. Nada disso, no entanto, impede que este carro de ser uma ótima compra. Afinal seu desenho ainda agrada, e ele se desdobra em Altis e XRS para os mais sóbrios e joviais, na ordem.


DB2010AU01581Volkswagen Jetta: A 4ª geração veio em 2002 a preços enormes. Teve face-lift e tudo, mas quando ficou acessível chegava a 5ª. Como esta também veio cara a VW tentou que convivessem –mas entre pagar demais ou levar o antigo o cliente acabava indo a outra marca. A 6ª veio moderna para matar as duas, e só ai se deu bem. Mas herdou a bipolaridade nas versões: a básica ficou pesada para o 2.0 de antes enquanto a Highline fascina com o TFSI tanto quanto assusta pelo preço.

Fiat Linea 2012

| 0 comentários

LineaDesde seu lançamento, o Linea vem recebendo várias melhorias leves para se manter um ótimo produto, e isso vem lhe fazendo manter um número de vendas até estável, mesmo estando no agitado segmento dos sedãs médios. Como esta é uma categoria que valoriza muito a imagem e o status, o fato de não ser um best-seller como Toyota Corolla ou Honda Civic até lhe beneficia, porque evita que sua imagem seja banalizada com as aparições excessivas.

Fiat Linea EssenceA linha 2012 passou por uma nova mudança de versões, em que a básica LX se adapta ao resto da gama e passa a se chamar Essence. Mas manteve um pacote de equipamentos interessante, com ar-condicionado, airbag duplo, trio elétrico, direção hidráulica, freios com ABS, rodas de liga leve aro 15” e faróis de neblina, entre outros. Sempre manual (R$ 56.700) ou automatizado Dualogic (R$ 59.700).

Quanto à lista de opcionais, ele ganhou dois pacotes. O Emotion 1 traz bancos em veludo, apoio de braço e saída de ar no banco traseiro, luzes de leitura especiais e lanternas fumê por 500 reais, enquanto o Emotion 2 é o mesmo mas com bancos de couro, por 2300 reais. Já a Absolute ganhou rodas de 17” com o mesmo 1.8 16v e.TorQ de até 132 cv e sempre automatizada (R$ 67.570), e a T-Jet de 152 cv continua inalterada e sempre manual (R$ 71.860).

Fiat Linea 1.8 16v e.TorQ

| 0 comentários

Fiat Linea 1.8 16v e.TorQEm um ano que viu a linha Fiat passar por uma renovação quase completa, os donos do Linea com motor 1.9 começaram a ter um pesadelo que foi ficando cada vez maior, até que agora finalmente virou realidade. Depois de os Fiat ganharem modelo a modelo o novo 1.8 e.TorQ, finalmente a novidade chegou ao sedã médio.
E por que isso representa um problema? Quem comprou um Linea 1.9 16v seja LX, HLX ou Absolute passa a ter um motor fora-de-linha com cerca de dois anos de uso. Mas as críticas à novidade terminam por aí. O Linea continua farto em pontos fortes, como o desenho elegante e equilibrado, a excelente lista de equipamentos e os preços moderados, ainda que nem tanto na versão de topo T-Jet.
A grande novidade da linha 2011 é mesmo o 1.8 16v. Mesmo ligeiramente menor que o 1.9, ele desenvolve a mesma potência máxima de 132 cv e torque de 18,9 kgfm, que lhe permitem uma velocidade máxima de 192 km/h. Este motor chega para as mesmas versões que usavam o 1.9, LX, HLX e Absolute seja com câmbio manual ou Dualogic. A LX continua usando uma versão do novo motor com 127 cv.
 
Support : como fazer