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Volkswagen Amarok 2013

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Volkswagen Amarok 2013Além da nova cor marrom Toffee, as maiores novidades da picape média são um sistema para aliviar o peso da tampa da caçamba durante a abertura e mais itens de série: a versão Trendline (foto) ganhou o sistema de som multimídia com Bluetooth, tendo farois de neblina e sensores de estacionamento como opcionais. Já a versão de topo, Highline, soma retrovisor fotocrômico, sensores de chuva e crepuscular e o sistema Coming & Leaving Home. O demais continua inalterado, mas com a tabela de preços reajustados que segue.

Amarok S Cabine Simples 4x4: R$ 84.470
Amarok S Cabine Dupla 4x2: R$ 87.830
Amarok S Cabine Dupla 4x4: R$ 91.670
Amarok SE Cabine Dupla 4x4: R$ 98.870
Amarok Trendline Cabine Dupla: R$ 109.910
Amarok Trendline Cabine Dupla (automática): R$ 116.150
Amarok Highline Cabine Dupla: R$ 124.310
Amarok Highline Cabine Dupla (automática): R$ 130.550

Picapes médias

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O primeiro integrante desta lista foi justamente o primeiro a surgir no país, nos anos 1990. Essa categoria surgiu basicamente da queda dos modelos maiores D-20 e F-1000, porque a população cada vez mais vem usando estes modelos no âmbito urbano… E então queria algo mais confortável e estiloso que as truculentas opções citadas, mas com maior porte e força que as compactas. Foi quando Chevrolet e Ford novamente se aventuraram, mas com S10 e Ranger. Chamaram atenção de outras marcas, e hoje em dia são um sucesso de vendas.


Nova S10 4x4 Diesel Cabine Dupla LTZChevrolet S10: Se ela estava fraquejando nas vendas por causa do projeto antigo, a nova geração eliminou toda e qualquer crítica. Seu desenho segue o padrão mundial da marca, mas teve alta ajuda do Brasil. A cabine ganhou tanto requinte que se confunde com a de um sedã grande, também no quesito de espaço. Ela ganha muitos pontos por oferecer opção de motor flex, mas o turbodiesel é a estrela da linha: melhorou muito para aumentar a eficiência. Existem várias opções entre versão, tração, motor e cabine, fora os acessórios.


Effa Plutus: Este segmento valoriza muito a tradição que as marcas mais famosas criaram ao longo dos anos, vinda da robustez do conjunto mecânico, aliada às cabines mais luxuosas. Isso explica por que é um trabalho de Hércules convencer a levar a Plutus. Afinal, sua marca é novata no país (leia-se rede de assistência escassa) e não tem vendido bem fora dos comerciais leves. Fora que seu estilo “cópia-das-GM” não é dos melhores, o motor é fraco, a cabine é diminuta e custar pouco não compensa a falta de airbag e ABS.


Ford Ranger LimitedFord Ranger: Ela foi a última a se renovar por completo, e com vontade de ser a melhor. Seu desenho não é impactante como em L200 ou S10 mas teve a mesma farta dose de capricho, ficando muito mais urbana e estilosa. Moderno, este projeto virou global e passou a atender padrões muito mais altos. A cabine não perde em nada para um sedã em espaço, itens e requinte, os três motores são mais eficientes, e vieram câmbio automático e opção flex. Os preços estão bons, e o único que se conservou foi a destreza no off-road.


Mitsubishi L200 TritonMitsubishi L200: Sua geração atual não surgiu ontem, mas as linhas são tão caprichadas que ela até hoje atrai mais que a Amarok e faz páreo duro com a S10. Há pouco vieram novas versões de base para atender a todos os públicos com esta carroceria, e isso é um atrativo importante. Somando o renome da Mitsubishi brasileira com utilitários, temos cabine é espaçosa e requintada, motores muito bons e ainda o destaque da opção de caçamba estendida: quem vê o exagero de tamanho quando ela pode levar até um quadriciclo?


Nissan Frontier: Ela representa o espírito subversor da Nissan: seus modelos não seguem a tendência de criar identidade visual entre os modelos de uma marca, e ela está recebendo o ataque renovado das rivais sem uma mudança de estilo. Para não dizer que ficou intacta, a linha mais recente apostou no sempre bem-vindo aumento de potência do motor. Ela ainda é moderna, vem bem-equipada e é valente no off-road, mas por mais acertado que seja seu estilo, ela some ao lado das rivais. Pode ser a ideal para quem quer discrição.


RAM 2500: Quem diria que uma picape americana chegaria aqui focando no custo/benefício? A nova geração já veio com a marca própria, mas assim como antes trouxe o segundo modelo da gama. Ou seja, o visual continua transpirando imponência e a cabine é um latifúndio recheado de itens de conforto, tecnologia e segurança. A caçamba é enorme, e o 6.7 turbodiesel leva tudo sem esforço. Logo que chegou seu atrativo era o preço, mas as cotas de carros vindos do México impõe à marca deixá-la mais cara para conter as vendas.


Toyota HiluxToyota Hilux: Foi a primeira da categoria a se renovar por completo. Ou seja, hoje em dia não sobra muito do frisson que causou a chegada da nova geração, em especial depois de dois face-lifts. No entanto, o último é recente. Serviu para lhe dar ar mais elegante e cabine renovada, além de que ela aproveitou para atualizar a lista de versões e retrabalhar o motor, que ficou mais eficiente. Seu momento atual esta distante do furor de geração nova, mas ela ainda atende bem quanto a trabalho, lazer ou off-road.


Volkswagen AmarokVolkswagen Amarok: Fabricada na Argentina, a estreante alemã veio ao mundo alardeando alto nível de tecnologia embarcada, mas no Brasil só foram deslanchar uma vez que vieram cabine simples e câmbio automático. O luxo da cabine e o tamanho da caçamba não devem nada às rivais, mas joga contra a completa falta de tradição da VW nesta categoria. Fora que os dois turbos do 2.0 diesel das versões top somam fragilidade no off-road. Entre todas as listadas aqui, ela é a mais dedicada aos que não costumam sair da cidade.


Volkswagen Amarok automática

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VW AmarokEla chega ao segundo aniversário de Brasil sem muitos motivos para festa. A Amarok ainda não decolou em vendas, e para isso se apresentam mais de um suspeito motivo. Começa por se tratar de uma marca sem nenhuma tradição num segmento em que a boa reputação é realmente importante, e só se consegue ao longo dos anos. Depois temos o preço alto e detalhes como o motor biturbo, que lhe preparam para uso urbano demais para uma picape. O câmbio automático chega para tentar melhorar sua fama.

Sua aparência não mudou em nada. A novidade chega apenas na versão de topo Highline, então é garantia de visual caprichado, com parachoques na cor do veículo e rodas de liga leve, além dos acessórios externos como santantônio. Por dentro ela também manteve a tração integral 4Motion e o desenho da cabine, alterando mesmo somente a seção relativa à alavanca de câmbio. Ou seja, temos um pacote de equipamentos completo, em que os únicos opcionais são ESP, navegador GPS e rodas de liga leve aro 19”. A linha toda ainda recebeu uma promoção especial de seguros pela divisão da própria marca, em que a apólice de 12 meses sai por R$ 4 mil e a de 24 meses por R$ 7,5 mil. Mas essas novidades são apenas o “ademais”.

VW AmarokAfinal, o destaque mais importante é mesmo o câmbio automático. Ela compensou a demora com uma caixa muito moderna, feita em conjunto com a alemã ZF e que apresenta oito velocidades (!). Tem funcionamento suave e conta com modo esportivo e trocas sequenciais, e a fábrica ainda conta que seu consumo é menor que o da versão manual, chegando a 11,8 km/l e 12,2 km/l em cidade e estrada, na ordem. Isso se consegue com sua ágil central eletrônica, que realiza milhares de cálculos em tempo real para definir as respostas mais eficientes, e sem perder performance. Mas a economia volta a se fazer enfocada com o fato de que a oitava marcha tem relação bastante longa, visando a função overdrive. A Amarok Highline 4x4 com câmbio automático chega por R$ 135.990.

Incorporar o câmbio automático também trouxe outras melhorias à picape. Seu motor 2.0 biturbo sofreu modificações, como a troca das turbinas, para atender às normas de emissões Proconve L6 para motores a diesel e passar de 163 cv a 180 cv. Já o torque só aumentou de 40,8 kgfm para 42,8 kgfm quando usa a caixa automática; essa é uma prática comum para compensar o maior consumo desta e assim lograr desempenho semelhante. E a versão turbodiesel segue intacta. A versão básica agora se chama Amarok S, e combina o motor de 122 cv à cabine simples ou dupla com tração 4x2 ou 4x4. Já a SE deixa de ser exclusiva para frotistas, e chega ao mercado comum já com o motor de 180 cv.

Volkswagen Amarok Cabine Simples

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AmarokÉ inegável que as picapes médias vêm ganhando um papel muito diferente nos dias de hoje. Se antes atraíam pela robustez e vocação de trabalho, agora estão cada vez mais urbanas e estilosas mas sem deixar de lado o atrativo da imponência trazida pela altura e porte maiores. Mas existem projetos que ainda tentam resgatar o espírito trabalhador deste segmento, nem que seja para aumentar as vendas ao incluir frotistas. É o caso da Amarok, que ganhou cabine simples na Europa há poucos dias, mas já a estende ao Brasil.

A VW bem que tentou preservar o máximo que pôde do estilo carismático da versão de cabine dupla, mas também é fácil de perceber a vocação menos pomposa da nova variação. Também pelo parachoque traseiro ou pelas capas de retrovisores pretas, mas ela bem que poderia ter mantido a qualidade de projeto na adaptação da cabine. Vista de lado aparece uma coluna muito espessa e vazia, decorrente do uso das portas do modelo original, e que acabam por pesar no desenho. Bem que os alemães poderiam aprender com a VW brasileira: a Saveiro “bolinha” aproveitava as portas mas usava uma janelinha para disfarçar, enquanto a geração atual ganhou até portas exclusivas.

VW Amarok CSMas deixando isso de lado se consegue ver que a Amarok cabine simples procura é se preocupar com o aspecto para o qual veio. Sua caçamba passou a ter ótimos 2,20 metros de comprimento, e ajudada por caixas de roda estreitas, ela ganha uma área útil de 3,57 m². Ela vem em duas versões sempre com o moderno motor 2.0 turbodiesel de 122 cv e torque de 34,7 kgfm, aliado ao câmbio manual de seis marchas, mas pode oferecer tração 4x2 (R$ 78.990) ou 4x4 (R$ 85.900), o que lhe leva a ter capacidade de carga de 1232 kg e 1142 kg, respectivamente.

Trazer a Amarok básica com parachoques na cor do veículo já na versão simples acabou por deixar a versão básica da com cabine dupla ainda mais sem sentido, com aqueles horrorosos parachoques de plástico preto. A versão básica já traz ar-condicionado, direção hidráulica e sistema de som multimídia, além de agradar na segurança com controles de tração e travamento de diferencial, e freios com BAS, EBD e ABS, este com função para otimizar a frenagem em terrenos de aderência reduzida. A versão com tração integral oferece opção de reduzida e pode vir com rodas de liga leve aro 16”.

Volkswagen Amarok 2012

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AmarokAs vendas comedidas fazem a Amarok preservar aquele aspecto de recém-lançada, apesar de já chegar ao segundo ano-modelo. Para reverter isso ela ganhou alguns itens: a versão básica (4x2 por R$ 88.990 e 4x4 por R$ 92.990) ganha alarme com ultrassom como opcional. Este fica de série na Trendline (R$ 102.990), e seus opcionais são volante multifuncional e sensor de estacionamento. Eles vêm de série junto com o rádio com Bluetooth na Highline (R$ 119.490), cujo opcional é o GPS com tela de 5”.

Volkswagen Amarok 4x2

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VW AmarokOutra vez artigo de lançamento desta picape? Mas a outra parecia tão mais elegante e bonita… A pompa da época do lançamento condizia com a versão de topo, Amarok Highline, com visual bem-cuidado e farta lista de equipamentos, mas com o preço igualmente gordo de R$ 123.290. Logo abaixo vem a Trendline, que deveria ser dedicada ao cliente “queria-a-bonitona-mas-não-posso-pagar-tanto”, mas R$ 102.990 ainda são bem salgados.

Eis que surge a Amarok básica, ou apenas Amarok, nas palavras da VW. Esta sai por mais viáveis R$ 88.990, mas a primeira depenação já se vê no exterior: rodas estilo Gol Special e vários detalhes na cor preta, como a capa dos retrovisores. Quanto à parte mecânica, a tração 4x4 foi para a lista de opcionais, e o motor 2.0 turbodiesel só rende 122 cv para ela, deixando-a aquém de concorrentes como Mitsubishi L200, Nissan Frontier e Toyota Hilux. E sempre com câmbio manual.

De qualquer forma, o modelo continua bem-equipado: traz ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS, controle de tração e sistema de som com MP3, enquanto comoopcionais ela traz vidros e retrovisores elétricos, airbag duplo e as urgentes rodas de liga leve aro 16”. Com um motor mais robusto e o visual mais despojado, esta sim é a Amarok que se supõe apta para um eventual uso off-road, porque com as outras a VW não fez questão nem de fingir que seu modelo não gosta de sair do asfalto: quem encararia uma estrada de terra com a fragilidade de rodas enormes e motor de dois turbos?

 
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